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6 aspectos sobre transformação digital que você deve conhecer!

6 aspectos sobre transformação digital que você deve conhecer!

6 aspectos sobre transformação digital que você deve conhecer!

Você tem a impressão de que o termo “tecnologia” está em todo lugar ultimamente? O assunto tem sido cada vez mais frequente na imprensa, nas conversas do dia a dia e até mesmo no entretenimento. Mas como isso aconteceu?

A tecnologia se tornou protagonista no mundo dos negócios por conta da transformação digital. Com as soluções digitais, a empresa consegue mais eficiência, evita os retrabalhos e motiva os colaboradores, que se sentirão felizes em operar equipamentos e programas de ponta.

Neste post, falaremos sobre o conceito, os estágios da transformação digital, seus benefícios e como ela tem modificado os negócios de forma definitiva. Boa leitura!

O que é transformação digital?

A transformação digital nada mais é do que uma transição, na qual as empresas estudam e incorporam novas tecnologias para transformar suas rotinas e negócios — e, consequentemente, elevar suas vantagens competitivas.

Quer um exemplo bem simples da transformação digital? Os aplicativos de bancos e instituições financeiras. Por meio da tecnologia, milhares de pessoas passaram a evitar situações estressantes, como filas e longas esperas. Com alguns cliques, elas conseguem resolver problemas remotamente.

Assim, podemos dizer que a transformação digital é um processo no qual as empresas utilizam soluções digitais e novas técnicas para aumentar o alcance e garantir resultados melhores. Trata-se de uma mudança estrutural robusta nas organizações.

Não à toa, a transformação digital se relaciona com outro conceito mais amplo, a chamada Quarta Revolução Industrial. Ambas têm a ver com o papel de protagonista que a tecnologia tem assumido em diferentes empresas e segmentos de mercado.

Um estudo recente da Accenture mostra que empresas que investem em tecnologia conseguem até mesmo duplicar suas receitas. Isso prova que a transformação digital não é apenas uma coincidência, mas o fruto de gastos que geram retorno efetivo para o negócio.

O conceito de transformação digital vai além da mera contratação de um site bonito ou da adoção de um blog corporativo para postar conteúdos. Trata-se de uma mudança significativa na estrutura das organizações, introduzindo soluções digitais com um papel estratégico central.

Dessa forma, o conceito deve se expandir por toda a empresa e ser assimilado pela cultura organizacional. Isso porque não basta contratar equipamentos de alto nível e esperar a mágica acontecer: a tecnologia está constantemente evoluindo e cabe aos gestores e colaboradores se adaptar às novas demandas.

Isso leva um certo tempo e consome recursos, mas a boa notícia é que os programas de transformação digital são acessíveis para pequenas e médias empresas. Com a popularização da tecnologia, grande parte das soluções digitais passou a ser compartilhada por companhias de diferentes portes.

Qual a sua importância para as empresas?

A importância da transformação digital se manifesta de diferentes formas. Primeiro, a adoção de tecnologias é, hoje, uma maneira de garantir que a empresa sobreviva em um mercado cada vez mais competitivo.

Afinal, os clientes estão cada vez mais exigentes e informados. Com poucos cliques, eles conseguem encontrar diversas opções para comprar seus produtos. Assim, as empresas que se manterão no radar desses consumidores são aquelas com processos mais ágeis — e que estão atentas às demandas do mercado.

A transformação digital traz consigo várias maneiras de ter a experiência do cliente (UX, ou user experience) como meta. Ela pode se manifestar, por exemplo, por meio da automação de tarefas de marketing. Esse trabalho garante que o consumidor receba conteúdos de forma automatizada, nutrindo aquele lead (ou até mesmo um prospect) e fortalecendo o relacionamento da marca com aquela pessoa.

Ela pode se manifestar por meio de ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence. Elas percorrem bancos de dados presentes na internet e o próprio histórico digital de vendas da empresa para traçar padrões, estabelecer tendências e fomentar novas estratégias de marketing.

Com a transformação digital, a empresa pode estabelecer uma cultura data driven — isto é, se baseando em dados e informações relevantes para o negócio para traçar estratégias mais precisas. Ao notar determinados padrões (como as vendas de um determinado produto em um certo mês), será possível se antecipar para o próximo ano e garantir resultados melhores.

Outra inovação importante trazida pela transformação digital é o SEO (Search Engine Optimization), uma técnica que possibilita posicionar os conteúdos da empresa entre os primeiros lugares das ferramentas de busca. Esse é um exemplo de inovação barata e capaz de gerar bons resultados para o negócio.

Dessa forma, podemos dizer que a transformação digital não é, necessariamente, gastar uma quantidade absurda de dinheiro com ferramentas tecnológicas. Trata-se, também, da definição de uma estratégia digital first, utilizando os meios virtuais para buscar novas oportunidades de negócio e enriquecer o repertório da empresa.

Qual o panorama dos últimos anos no país?

Um estudo da McKinsey, líder em consultoria mundial no mundo, afirma que há uma oportunidade significativa para que o Brasil se transforme em referência quando o assunto é maturidade digital. Ainda estamos longe do ideal, mas a tendência é melhorar.

Além disso, um país com 200 milhões de pessoas, com um poder de compra razoável, tem tudo para fomentar uma revolução digital. Já temos os nossos “unicórnios”, termo utilizado para designar as empresas que ultrapassaram o valor do bilhão, como Nubank, Movile e iFood.

Contudo, por mais que nossa situação seja promissora, o Brasil ainda segue lento em comparação aos grandes players. Segundo um levantamento feito pela Exec em parceria com a Panorama Research, publicado pelo jornal Valor Econômico, estamos atrás de outros países da América Latina, como México e Argentina.

Isso porque eles já vêm discutindo o tema há, pelo menos, seis anos. O Brasil ainda está atrasado em algumas técnicas, como a digitalização. Ainda de acordo com o estudo, 85% das empresas da América Latina já iniciaram sua transformação digital.

O estudo da Exec é bastante esclarecedor, já que foi realizado com mais de 600 executivos, como CEOs e diretores do setor financeiro. Ele também englobou segmentos tão diversos como as indústrias farmacêuticas, de serviços e de tecnologia.

A curva de transformação em nosso país ainda é lenta, segundo esses profissionais. De acordo com o relatório, a principal dificuldade enfrentada pelas empresas é a questão cultural — isto é, adotar os princípios da transformação digital como um pilar empresarial. Em segundo, temos a falta de um plano de negócios devidamente estruturado e de uma estratégia definida.

No entanto, nem tudo é recriminação: o estudo aponta claramente algumas áreas que se beneficiarão da inclusão de iniciativas de transformação digital. Departamentos como os Recursos Humanos e o setor de supply chain estão recebendo menos investimentos.

Há outro dado interessante: metade das companhias afirma que a área de TI está sendo priorizada na hora de realizar esses investimentos. Assim, podemos entender que a tecnologia está sendo devidamente contemplada, mas falta distribuí-la de forma mais igualitária entre os setores para incrementar os resultados.

Investimentos em outros setores, como o de Recursos Humanos e de marketing, são essenciais para reforçar a transformação digital como um pilar essencial da empresa. Afinal, são esses os profissionais que mais têm contato com a definição de uma identidade para o negócio.

Por fim, o estudo recomenda a contratação de talentos com perfil digital. A empresa pode investir também em capacitação, transformando os próprios colaboradores em novos profissionais, totalmente adaptados às demandas da chamada Quarta Revolução Industrial.

É importante notar que a pesquisa mostra que os brasileiros são os menos preparados para se tornarem líderes digitais. Esse fato oferece uma oportunidade de ouro para qualquer empresa: que tal começar a investir em transformação digital agora mesmo e aproveitar um mercado ainda carente de inovações nesse sentido?

Quais são os estágios da transformação digital?

A Prophet, uma consultoria de marketing e inovação baseada em São Francisco, definiu seis estágios para a transformação digital. Vamos conhecê-los.

Negócios como de costume

O termo vem do inglês “business as usual” e serve para definir empresas que atuam (ou atuavam) de maneira tradicional, sem agregar a tecnologia e as inovações aos seus modelos de negócio. Essas empresas acreditam que “em time que está ganhando não se mexe”. Não à toa, esse é o primeiro estágio da transformação.

Empresas que continuem a operar do jeito que sempre fizeram, sem levar a tecnologia de ponta ou as demandas dos clientes em consideração, podem ser atropeladas pelos concorrentes. Um bom exemplo é a então famosa cadeia de videolocadoras Blockbuster.

Com lojas em todo o mundo e um amplo acervo, ela reinava absoluta entre os cinéfilos. Contudo, ela não adotou o serviço de streaming, mesmo quando a Netflix mostrava que esse era o caminho. A Blockbuster não acabou de fato — mas, hoje, é representada por apenas uma loja.

Presente e ativo

Nesse segundo estágio, a empresa passa a considerar a entrada na era da transformação digital. As companhias que se encontram nessa etapa já contam com gestores e colaboradores interessados em agregar tendências digitais aos seus processos.

A entrada nesse estágio pode ser representada por uma preocupação crescente com as novas tecnologias, como ferramentas de análise de dados, automatização de processos e até mesmo conceitos, como a mobilidade corporativa.

Dessa forma, podemos dizer que esse segundo estágio mostra que as empresas reconheceram a necessidade de transformação. Contudo, os esforços ainda não estão organizados, com departamentos abordando o problema de formas distintas.

Nesse estágio, setores, como o marketing, começam a se preocupar efetivamente com a experiência do consumidor. Assim, os profissionais começam a se interessar por novas métricas para desenvolver soluções mais personalizadas e aumentar a satisfação dos consumidores.

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Formalização

Nessa terceira fase, as empresas assumem uma abordagem mais avançada em relação às possibilidades da transformação digital. As empresas se tornam mais ousadas, levando as mudanças a níveis mais avançados. O nome do estágio não é por acaso: nessa etapa, o senso de urgência começa a se tornar mais presente.

Assim, esse é o momento para realizar investimentos estratégicos na capacitação dos colaboradores, parcerias com profissionais externos e definição mais apurada de tecnologias. Os agentes de mudança se espalham pelos diferentes departamentos do negócio, gerando insights para guiar a empresa pelo caminho da transformação.

Aqui, o Big Data e as ferramentas analíticas podem dar as caras, com informações e métricas recolhidas dos dados dos clientes para otimizar a jornada de compra de cada cliente.

Além disso, o serviço de atendimento ao cliente e o marketing começam a colaborar de forma mais incisiva como uma forma de engajar o cliente com os canais digitais do negócio. As ferramentas de omnichannel substituem as múltiplas plataformas para estimular o compartilhamento de informações entre os canais.

Estratégico

Já o estágio estratégico marca a entrada definitiva da empresa nos processos de transformação digital — podemos até mesmo dizer que é a “oficialização” que faltava. Metas de curto e de longo prazo entram no radar da empresa e são apoiadas pelos gestores, que concedem o sinal verde para investimentos digitais.

Nesse momento, a tecnologia é proposital, sendo implementada para impulsionar as metas da empresa, em vez de simplesmente otimizar processos internos. Chegar a esse estágio é o sinal de que a companhia conseguiu contornar os obstáculos e inserir definitivamente a transformação digital como um dos seus pilares.

Portanto, os profissionais avançam para criar um roteiro estratégico de mudanças digitais. Os departamentos entendem o poder dos canais digitais e se movimentam para descobrir as tecnologias que transformarão seus negócios.

Conversão

Esse é, provavelmente, o estágio mais crítico. Afinal de contas, é nele que são delegadas as tarefas para uma equipe especialmente dedicada a conduzir as estratégias e operações. Eles levam em consideração metas centradas nos clientes e nos objetivos do negócio.

Aqui, a organização mudou, tendo adotado funções, processos e expertise para apoiar a transformação. Desse jeito, a definição de “conversão” tem a ver com a orientação dos processos para esse novo paradigma.

As empresas que alcançaram essa etapa convergente superaram os obstáculos impostos pelos métodos tradicionais. Elas contornaram os questionamentos de profissionais que ainda insistiam em manter os negócios “à moda antiga”, desprezando o potencial da tecnologia e da inovação.

Inovação e adaptação (Innovative and Adaptive)

Por fim, mas tão importante quanto as etapas anteriores, temos o estágio 6. Aqui, a transformação digital torna-se uma parte integrante do modus operandi do negócio. Os líderes passam a entender que a mudança nas operações e nas demandas do mercado são contínuas.

Portanto, novos processos são implementados para identificar e atuar sobre tendências tecnológicas e de mercado. Isso envolve a capacitação dos colaboradores em relação aos novos processos digitais e até mesmo a parceria com profissionais especializados para modernizar a companhia.

As companhias que chegaram ao estágio de inovação e adaptação estão bem posicionadas para buscar novos caminhos tecnológicos e incorporar as tendências. Isso faz com que elas consigam se adaptar às diferentes mudanças do mercado com mais facilidade — munidas de conhecimento estratégico e de parcerias bem delimitadas com profissionais que atuam em meios digitais.

Quais são os seus benefícios?

Agora, falaremos das vantagens específicas do conceito para a sua empresa.

Eficiência e transformação do modelo de negócio

Como vimos, muitas empresas conseguem transformar e expandir seu modelo de negócio por meio de um foco maior no digital. Um bom exemplo dessa estratégia são os e-commerces, que complementam o endereço físico das lojas com um endereço virtual para comercializar. Inclusive, apostar no comércio eletrônico tem sido uma das maneiras de sobreviver em meio à crise causada pela pandemia.

Além disso, a transformação digital introduziu modelos de negócio, como a estratégia omnichannel, na qual a empresa conta com diversos canais para atender a seus clientes. É possível, também, adotar diversos modos de pagamento por meio das páginas na internet, alcançando um público mais diversificado.

Aplicativos e chatbots também são bons investimentos para quem quer enriquecer a experiência digital dos clientes. Os apps são fáceis de manusear, até mesmo em smartphones. Já os chatbots podem responder a dúvidas simples e poupar colaboradores talentosos desse trabalho operacional.

Satisfação dos clientes

As tecnologias inseridas no meio digital mudaram a maneira com que as empresas se conectam com os clientes. Isso envolve desde uma relação indireta, como a coleta de dados para fornecer soluções mais personalizadas, até o atendimento direto, como a interação realizada pelas mídias sociais.

Embora as abordagens sejam diferentes, ambas convergem em um objetivo comum: a satisfação e a fidelização dos consumidores. Assim, investir em meios para otimizar os processos e oferecer melhores produtos, além de diversos canais de atendimento, é um meio estratégico para garantir clientes fiéis, que poderão recompensar a empresa pelo marketing boca a boca.

Vantagem competitiva

A transformação digital faz com que pequenas e médias empresas consigam competir de igual para igual com os grandes players. Afinal, a utilização de meios digitais é acessível para todas elas — o que as diferenciará no mercado é a maneira como cativam os consumidores.

Um exemplo é o marketing digital. Com profissionais talentosos, uma empresa menor pode divulgar os seus produtos e apostar em ações mais direcionadas. Junta-se isso a um uso eficiente das redes sociais e a companhia conseguirá se manter no radar dos clientes.

Como se não bastasse, ferramentas de Big Data e análise de dados ajudam o negócio a traçar padrões de consumo e trabalhar na criação de personas adequadas — representações semifictícias para designar o público-alvo de uma forma mais precisa.

Controle de gestão

A utilização de softwares integrados de gestão, ferramentas de análise de dados e métricas avançadas é uma maneira de centralizar informações e facilitar a interpretação por parte dos gestores. Dessa forma, a empresa passa a desenvolver ações bem mais embasadas, baseadas em conhecimento relevante.

Podemos dizer que as soluções digitais trazidas pela transformação digital reduziram os achismos e julgamentos baseados puramente em intuição. Afinal, com dados relevantes, recolhidos dentro do próprio histórico digital da empresa, as empresas passaram a explorar um conhecimento totalmente inexplorado, que elas já detinham, mas não conseguiam interpretar de uma forma mais avançada.

Quais mudanças a transformação digital tem ocasionado nas empresas?

Ok, entendemos o conceito e o benefício. Mas como ela tem se manifestado na prática? Vamos entender.

Transparência e comunicação interna

Os softwares integrados de gestão melhoraram muito a comunicação interna das empresas. Eles centralizam as informações e geram relatórios embasados, o que é ótimo para desenvolver novas estratégias e repassar o feedback para os colaboradores.

Os comunicadores internos são outra tecnologia bem interessante, uma vez que eles facilitam a troca de ideias — o que gera mais transformação nas relações dentro da empresa. Um bom exemplo é uma rede corporativa eficiente, que possibilita a criação de perfis e a interação entre representantes de diferentes setores.

Acessibilidade

Para exemplificar a acessibilidade que a transformação digital confere às empresas, basta nos lembrarmos daquilo que tem estampado as manchetes do jornal brasileiro desde o primeiro trimestre do ano: a pandemia do coronavírus e seus efeitos devastadores para os negócios.

Contudo, mesmo com as dificuldades, muitas empresas têm conseguido sobreviver e gerar lucro. Isso se explica pela capacidade que os colaboradores têm de trabalhar remotamente, com a utilização de ferramentas alocadas na internet.

Assim, com um ambiente baseado na computação em nuvem, eles conseguem acessar e compartilhar documentos. Com um bom cronograma, é possível até mesmo realizar reuniões on-line e garantir a proximidade entre os líderes e os colaboradores em geral.

Com a transformação digital, muitas atividades que só poderiam ser realizadas na sede podem ser desempenhadas em qualquer lugar do mundo. Isso traz mais satisfação para os colaboradores e tranquilidade para seus líderes.

Sob o ponto de vista do empregado, ele se sente até mais valorizado quando a empresa acredita nele para desempenhar uma tarefa a distância. Além disso, fatores que causam dor de cabeça, como trânsito pesado e ônibus cheios, estão sendo eliminados da equação. Essa comodidade é uma das principais marcas da transformação digital.

Automação

A inteligência artificial e uma das suas ramificações, o machine learning, representam um dos grandes trunfos da transformação digital. Eles proporcionam a automação de processos burocráticos, liberando colaboradores talentosos de tarefas puramente repetitivas.

Dessa forma, além de garantir processos com menos erros e retrabalhos (uma vez que as máquinas são programadas de acordo com os padrões de excelência da própria empresa), a empresa ganha em criatividade. Isso porque os colaboradores serão alocados em atividades ligadas às atividades-fim do negócio.

Assim, temos um caso clássico de inserção de uma ferramenta tecnológica propiciando a inovação. Com mais tempo para criar, os colaboradores se sentirão mais satisfeitos e poderão desenvolver produtos que levam a companhia a um novo patamar.

Como vimos no artigo, a transformação digital é uma verdadeira revolução no contexto empresarial. Desde inovações, como o SEO e o meta description, até soluções mais robustas, como o machine learning e a inteligência artificial, a tecnologia e o mundo virtual ganharam proporções gigantescas. Isso gera novas oportunidades de negócio e otimiza os processos internos de cada companhia.

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